
Ensinamentos dos Presidentes da Igreja
"Primeiramente, aqueles que cometerem pecados devem confessá-los. "Desta maneira sabereis se um homem se arrepende de seus pecados-eis que ele os confessará e abandonará". (D&C 58:43) Essa confissão precisa ser feita primeiro à pessoa mais prejudicada por nossos atos. A confissão sincera não significa apenas admitir a culpa depois que já houver evidências incontestáveis do erro. Se "[ofendermos a muitos] publicamente", precisamos reconhecê-lo abertamente e diante daqueles a quem tenhamos ofendido a fim de demonstrarmos nossa vergonha, humildade e disposição de receber a merecida repreensão. Caso o erro tenha sido cometido em segredo e resultado em malefícios apenas para nós mesmos, a confissão deve ser feita em segredo, para que o Pai Celestial, que vê em segredo, nos recompense abertamente. Os atos que possam afetar nossa condição de membros da Igreja ou nosso direito a privilégios ou progresso na Igreja devem ser confessados sem demora ao bispo a quem o Senhor designou como pastor do rebanho e comissionou para ser um juiz em Israel. Ele ouvirá a confissão em segredo e procederá com justiça e misericórdia, de acordo com cada caso. (...) Após a confissão, a pessoa em pecado deve mostrar os frutos do arrependimento por meio de boas obras, que deverão exceder as ruins. Deve fazer a restituição até onde lhe for possível restaurar o que foi retirado ou reparar o dano causado. Aquele que se arrepender de seus pecados dessa forma e os abandonar completamente, sem jamais os repetir, tem direito à promessa de perdão de seus pecados, caso não tenha cometido o pecado imperdoável. O profeta Isaías ensinou: "Ainda que os vossos pecados sejam como a escarlata, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que sejam vermelhos como o carmesim, se tornarão como a branca lã." (Isaías 1:18.)"
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